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MarianaRosa
Feliz Aniversário!
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Todo mundo que liga, me pergunta:
"E aí,18 anos! Como você se sente?"
Respondo:
Igual.
Lógico que muita coisa mudou, agora o ECA não me protege mais, posso dirigir, beber, entrar no motel, no bingo, e não preciso mais da minha mãe pra assinar contratos.
Mas, continuo me sentindo nova demais pra muita coisa, e velha demais para outras.
Continuo me sentindo perdida como qualquer adolescente de 15 anos.
Continuo me sentindo mais cética que uma velha 80 anos e com 3 pontes de safena.
Sim, sim, vamos comemorar.
18 anos.
E lá vou eu, que a vida me espera.
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Doença...
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Se Tem alguma coisa errada, logo fico doente.
É uma dor de estômago que não passa, uma enxaqueca persistente...
A quase dois meses eu fico doente pelo menos uma vez por semana. Perco aula, fico mal.
Hoje foi a pior recaída, e eu estou trancadinha dentro de casa, tão agasalhada que pareço um esquimó.
A parte chata é, que dessa vez, não sei o que está errado.
A vida é boa, o vestibular não me deixa tão nervosa quanto antes, meu namorado é um anjo, meus amigos estão sempre perto.
O que passa?
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(Re) Construção.
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Tudo começou quando as escadas desabaram: degrau por degrau, corrimão por corrimão, balaústre por balaústre.
As escadas desabaram uma a uma e, de uma hora para a outra, não havia mais como chegar lá.
Depois, foi a vez das rampas: Tijolo por tijolo, escora por escora, murada por murada.
As rampas desabaram todas e, um dia acordei sem poder chegar lá.
Lógico que também caíram os elevadores: Fios se soltaram, Cabos arrebentaram e comandos eletrônicos deixaram de ser comandáveis.
Os Elevadores caíram e, assim de repente, não conseguia mais chegar lá.
Tentei trilhas, saídas de emergência, escalar pareder e explodir muros mas, só de se aproximar, desabavam, desapareciam, desmanchavam: Rochas maciças em pedras, pedras em pedregulhos, pedregulhos em brita, e brita em areia fina qque voava pelo vento para me impedir de reconstruír o que o acaso destruía.
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Falar de si.
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Toda vez que tenho que escrever sobre mim em algum lugar, me vejo em problemas.
Se tenho que escrever no máximo 200 palavras, fico com medo de me resumir, se tenho que escrever no mínimo 200 palavras, o medo é me extender.
Nunca sei se coloco um poema, se escrevo de próprio punho, se digo que tenho 17 anos (e corro o risco de parecer uma pirralha) ou se digo que tenho 17 anos (e me sinto extremamente precoce e ajuizada).
Ás vezes tenho vontade de colocar alguma frase chocante da Clarice Lispector, e, assim, mostrar que dentro de mim eu sou choque, sentimento e vontade. Mas isso, sinceramente, assustaria praticamente TODOS que lêssem.
Outras tenho vontade de colocar algum poema da Hilda Hist, e, assim, chutar o pau da barraca internética e escarrar na atitude meio morna que todo mundo têm ao falar de si mesmo para não-se-sabe-quem-pode-ler.
Pena que na maior parte das vezes eu acabo escolhendo um meio termo comportado, aonde cabem leminski, menções a um ego ligeiramente superdesenvolvido e uma delicadeza que não existe o tempo todo.
Coisas de quem se resume em poucas linhas.
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Universality
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Universality:
1:The quality, fact, or condition of being universal.
2:Universal inclusiveness in scope or range, especially great or unbounded versatility of the mind.
3:The quality of being universal; existing everywhere.
Universality is the first thing someone should think of to understand Human Rights.
(Well, that´s what the first class of the National course of Human rights says)
Reading it, I start wondering about when I see Human rights being desrespected: Isn´t it because we don´t the other person, as a human being, as someone just like you?
I´m not talking only about genocides, and woman mutilation, but also when you get a cab, and you don´t sit beside the driver, because he´s just doing you a service.
Or when you don´t say "Thank you" for the gril who packet your food at the supermarket.
The desrespect of human right is not only in the big things, but in the small ones too, because both of them have the same principle:
Taking from someone their dignity.
Is that Universal? I think that sometimes, even I try so hard not to do it, I desrespect someone, not listening to my grandma´s experience, or being unpolite with someone when I´m bad-humored.
Does everybody does that?
Why hurting the dignity of the cooker in the school should be smaller then Taking someone´s right to vote?
Isn´t that taking the univesality of Human right and human dignity?
I hope that someone help me answering it!
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